quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Games legais de PSP: MOTORSTORM - ARTIC EDGE


Lançado em 2009, Motorstorm - Artic Edge é certamente um dos games de corrida com melhores gráficos já vistos num videogame portátil. Dá uma alegria só de ver essa belezinha rodando no PSP. O jogo traz doze pistas com cenários bem diversificados (de neve a desertos) e veículos variados, incluindo carros, motos e caminhões.

A jogabilidade prima pela diversão estilo arcade, sem nenhuma pretensão de realismo. O negócio é basicamente esperar o turbo carregar e então pisar fundo até as chamas quase engolfarem o veículo. Não rola aquele stress de sair fora da pista ou de ter que perder tempo dando ré depois de uma batida: é só apertar um botão para ser recolocado automaticamente na pista.


Outra coisa legal do game são os ótimos efeitos sonoros e trilha sonora animal, cheia de rocks irados, que vão de Motorhead a algumas coisas mais modernosas. Jogue com o fone de ouvido do PSP e você se sentirá num arcade!


Se Motorstorm mata a pau nos gráficos, som e jogabilidade, também é verdade que peca um pouco no desafio. Achei o jogo um pouco fácil demais, sem maiores desafios que poderiam tornar o jogo mais viciante. Sou da tese de que games para consoles portáteis, via de regra, devem mesmo ser mais fáceis e curtos do que seus equivalentes nos videogames "grandes", sob pena de encher o saco do jogador. Mas em Motorstorm, me parece que os caras exageraram na dose e as vitórias simplesmente vêem com muita facilidade. O modo de jogo "carreira" também poderia ser um pouco mais variado (no estilo Burnout), não se limitando a corridas onde o objetivo é tão somente chegar sempre em primeiro.


Enfim, Motorstorm é um grande lançamento para PSP e um dos melhores games de corrida que já se viu num portátil, mas a mecânica simplista do jogo e a dificuldade reduzida diminuem um pouco a qualidade geral do título. Mesmo assim, apesar de não ser perfeito, a combinação de gráficos excelentes, efeitos sonoros imersivos e ação arcade fazem de Motorstorm um clássico instantâneo do PSP.


Games legais de PSP: UNDEAD KNIGHTS


Undead Knights foi lançado no segundo semestre de 2009 e é um barato! O jogador escolhe entre um demoniozão, uma garota ou um cavaleiro (ambos mortos-vivos) e sai pelo reino arrebentando soldados a pau e criando exércitos de zumbis com um toque de mão. O jogo é sanguinolento ao extremo e combina doses de ação no estilo Devil May Cry com um toque de estratégia, na medida em que é preciso usar os zumbis como instrumentos para atacar inimigos, destruir barricadas, servir de ponte sobre buracos (!) e por aí vai.

A história do jogo é muito legal: um rei velhaco resolve casar com uma mulher mais jovem, que passa a ter crescente influência nos destinos do reino. Isso atrai críticas de uma certa Ordem de cavaleiros, que acha que o rei deveria ser orientado por um Conselho, e não pela esposa. Indignado com o rebuliço, o rei manda matar todos os cavaleiros dessa Ordem numa única noite. O sangue jorra reino afora. Um desses cavaleiros viajava com uma moça em direção ao castelo do rei quando é emboscado, sendo que ambos são assassinados. Posteriormente, se descobre que o jovem cavaleiro estava noivo da filha do rei ... e que a moça assassinada ao seu lado era a própria!


Mas o terror continua: em pouco tempo, surgem boatos de que os corpos dos cavaleiros desapareceram dos túmulos! Alguns dizem que é uma manobra do rei para ocultar o massacre hediondo, mas alguns se deram conta da horrível verdade: os cavaleiros voltaram da morte!

BÚ!

Ah, fala sério, é de cagar no dedo, hein? Muito filme trash essa historinha, e um excelente ponto de partida para a pau comer solto.

Games legais de PSP: SPACE INVADERS EXTREME


Em comemoração aos 30 anos do lançamento nos arcades de Space Invaders, a Taito lançou em 2008 essa versão ultra-estilizada do clássico, que mantém a mecânica simples do jurássico game original adicionando uma dose reforçada de dinamismo e estímulos visuais, fruto das luzes multicoloridas, efeitos sonoros e design renovado de níveis.

É difícil explicar em palavras como funciona Space Invaders Extreme. Imagine-se jogando o Space Invaders tradicional num console portátil, sob o efeito de drogas, numa boate technodance repleta de luzes. Ficou meio frenético, mas foi uma boa sacada da Taito, que conseguiu dar uma roupagem moderna para um game que é simples demais para os padrões atuais.


Divertido pra caramba, só não recomendo para quem sofre de epilepsia!

BLAZE BAYLEY - THE MAN WHO WOULD NOT DIE (2008)


Desde que saiu do Iron Maiden no final de 1998, o vocalista Blaze Bayley construiu uma sólida carreira solo, que até o momento já conta com quatro álbuns de estúdio, sendo que o mais recente é este The Man That Would Not Die, lançado em 2008. Até hoje, nenhum álbum do cara foi tão forte e impressionante quanto o seu "debut" Silicon Messiah, lançado em 2000. Porém, os discos posteriores - se não apresentaram maiores surpresas - primaram pela fidelidade a um estilo de heavy metal tradicional (com alguma influência de thrash metal), sempre acompanhado de boa produção e de um trabalho caprichado de guitarras.

The Man That Would Not Die abre com a frenética faixa título, que já começa com o instrumental comendo solto. Os vocais de Blaze entram rasgando e a cadência da música começa, até o refrão meio operístico. Boa música, mas a faixa seguinte - Blackmailer - é bem melhor. Rápida, pesada e com Blaze matando a pau nos vocais. No refrão, o cara quase parece um Pavarotti em versão metaleira! As guitarras matam a pau, numa profusão de riffs e solos ao longo de várias partes da música.

A longa Smile Back at Death e a emocionada While You Are Gone (que traz Blaze mais uma vez arrebentando nos vocais) lidam com a morte - que aliás é um tema recorrente no disco, mais do que em qualquer álbum anterior de Blaze. Por uma destas tristes coincidências da vida, a esposa do vocalista veio a falecer apenas três meses depois do lançamento desse álbum. Foi mais um fardo pesado nas vida do cara, que já lidou com outras pedreiras fodidas na vida, como divórcio, alcoolismo e, é claro, a conturbada passagem pelo Iron Maiden. Mesmo assim, o sujeito se mantém firme como uma rocha e sua carreira não dá sinais de cansaço: o próximo álbum de estúdio, Promise and Terror, já tem data de lançamento prevista para 01 de fevereiro de 2010.

Samurai começa com um riff de baixo, e até lembra a sonoridade do Iron Maiden em várias partes. Aliás, sobre isso, cabe observar que, como nos álbuns anteriores, se nota no trabalho de Blaze a notável qualidade de ele não fazer nenhum esforço para soar como Iron Maiden. O estilo de sua carreira solo está mais para heavy metal tradicional do que para aquela sonoridade New Wave of British Heavy Metal/metal melódico típica do Maiden. Embora exista um certo consenso de que Blaze não foi uma boa escolha para o Iron Maiden, o seu estilo de cantar foi bem melhor aproveitado na sua carreira solo, em meio a guitarras mais pesadas e com um instrumental mais pauleira.

A Crack in the System é uma boa faixa, mas fica meio esquecida na comparação com a seguinte, Robot, que é furiosa e excelente. A música é rápida, com a bateria comendo solta num andamento hardcore que descamba para uma pauleira thrash/death no refrão, coisa sem precedentes nos trabalhos solo de Blaze. Sem dúvida, é a faixa mais rápida, curta e irada do disco.

At the End of the Day dá uma acalmada no ritmo do álbum, sendo mais arrastada e melódica. A temática e o clima da música me lembram muito 2 A.M, faixa do álbum The X-Factor do Iron Maiden, lançado em 1995 com Blaze nos vocais.

Waiting For my Life to Begin tem uma pitada de prog metal, com um instrumental bem caprichado. A faixa seguinte, Voices From the Past, é bem legal, e também tem algumas partes que remetem à sonoridade tradicional do Maiden.

The Truth is One não traz maiores surpresas, ao contrário de Serpent Hearted Man, que fecha o álbum. A faixa tem mais identidade e conta com várias mudanças de ritmo e feeling, tornando-se progressivamente mais arrastada e melancólica.

Para quem gosta do bom material que Blaze produziu junto ao Iron Maiden nos álbuns The X-Factor e Virtual XI (principalmente no primeiro, que é sensacional), acompanhar a carreira solo de Blaze é simplesmente indispensável. O Caveira recomenda!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

MENSAGEM DE NATAL DO CAVEIRA

É, gente boa! Quem lembra da minha mensagem de ano novo do começo de 2009 aqui na Cripta já se deu conta de que um ano é um tempo curto que passa rápido pra caramba. E aqui estamos nós, já comemorando o Natal de 2009!

Eu opinaria que o Natal é a época do ano em que nos lembramos que ser feliz é uma meta que nunca sai de moda e tampouco é inatingível. Claro, a idade muda e a visão das coisas muda. Quando criança e adolescente, eu sempre adorava o Natal, mas hoje percebo que, inconscientemente, eu sofria do vício de ver a data quase como uma época festiva que girava em torno de mim mesmo. Agora que estou quase balzaquiano, o fato de eu ganhar ou não algum presente não parece mais relevante. Agora, o que a época desperta é a vontade de colocar magia e diversão nos olhos dos mais novos, para que eles cresçam com memórias felizes do Natal semelhantes às minhas.

O Caveira deseja a todos vocês um Feliz Natal e que o futuro próximo seja repleto de saúde, amor, dinheiro e sexo. E que fiquem todos ligados para as coisas verdadeiramente importantes nessa breve vida. Você sabe: não seja um cretino com o próximo, ajude um pouco os necessitados, pense um pouco nos outros. Cuide da sua cabeça e do seu corpo. Olhe para os dois lados antes de atravessar a rua. Gaste um pouco menos do que você ganha. Não se alimente apenas de comida de microondas. Leia um bom livro de vez em quando. E, sobretudo, não perca um tempo excessivo remoendo pensamentos negativos. Lembre-se que todos nós somos imortais apenas por um período limitado.

BOAS FESTAS!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Edson Cordeiro e Cássia Eller

Se você acha que já viu coisas bizarras na vida, confira esse duo pra lá de inusitado.

É um desperdício que o Edson Cordeiro nunca tenha montado uma banda de heavy metal melódico...

Pra ser sincero, achei o arranjo da música uma merda. Vale pelos talentos individuais dos dois artistas.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Filmes Ruins - CREPÚSCULO (Twilight)

Por mais que eu goste do tema "vampiros", eu sabia que teria dificuldades para me empolgar com o filme Crepúsculo, primeiro de uma cinessérie baseada no novo fenômeno da literatura teen internacional. Afinal de contas, todo mundo sabe que esse material é dirigido para adolescentes, coisa que eu deixei de ser há uma década. Então eu já esperava um filme meio ingênuo, bobinho, água com açúcar e com choramingos no lugar de uma genuína sensualidade vampiresca. Mas eu nunca poderia esperar um filme tão chato.

Sim, CHATO! Eu sou do tempo em que os adolescentes eram criticados por gostarem de coisas superficiais mas recheadas de ação, aventura, quebra pau, explosões, adrenalina, emoções, suspense, etc. Crepúsculo consegue a rara façanha de ser uma nulidade tanto na casca quanto no miolo: é ficção sem conteúdo e sem quaisquer outros atrativos. Caramba, que saudade do Harry Potter.


Por que o filme é chato? Porque nada acontece! O romance água com açúcar arrastado entre os protagonistas enfadonhos (e seu namoro mais-do-que-platônico) ocupa boa parte das duas horas de filme. A "complicação" da trama se resume à presença de três vampiros "do mal", sendo que a luta com o mais "malvadinho" deles é o ápice da história. Tá pra nascer outro filme adolescente tão desprovido de ação e aventura quanto este.

A trama é a seguinte: uma adolescente murrinha de 17 anos chamada Bella se muda para uma pequena cidade de interior para morar com seu pai. A guria vive permanentemente emburrada e com ar depressivo (talvez em decorrência de ainda estar na escola quando já teria idade para estar na faculdade), mas tudo muda quando ela se apaixona à primeira vista por um colega chamado Edward Cullen, um rapaz branco como o Gasparzinho e com um topete que lembra o Goku do Dragon Ball. Os dois, depois de algum atrito inicial, iniciam um namoro digno de crianças de oito anos de idade e logo a moça descobre que Cullen e toda sua família na verdade são vampiros. Mas não aqueles vampiros classudos estilo vitoriano, estupradores de virgens. Tampouco aqueles descolados vampiros na linha Anne Rice, mas sim um tipinho muito peculiarzinho de vampirinho que só bebe sanguinho de viadinhos da floresta. Tipo, um AMOR, sabe?!?

Outra coisa que irrita em Crepúsculo é o conservadorismo burro, panfletário e mal disfarçado que dá o tom da história. Segundo dizem, isso se deve ao fato de Stephanie Meyer, autora da série, ser uma conservadora religiosa mórmon daquele tipo que só os EUA conseguem produzir. Dê uma conferida nos seguintes pontos da trama e veja se não parece coisa saída da Juventude do Partido Republicano:

1 - os "vampiros" não têm presas;

2 - "bons" vampiros não bebem sangue de humanos, só de animais (é o típico caso de moralismo tosco que só se justifica quando direcionado a um público infantil. Por que um predador que se alimenta de seres humanos - seja real ou fictício - estaria cometendo "uma imoralidade" pelo simples fato de matar a fome e manter-se vivo?);

3 - os protagonistas, embora adolescentes, estão hipnotizados por uma paixão platônica e nem pensam em sexo. A moça gosta do rapaz porque ele é bonito e misterioso (como se esse perfil de homem afastasse a idéia do sexo na mente das garotas!), e ele gosta dela porque O CHEIRO DELA DEIXA ELE COM FOME! Sério, é verdade, não ria! Ele afirma isso expressamente no filme, e chega a tentar evitar de ver a menina novamente, de tanta vontade de comê-la (na conotação alimentar) que ele tem. Em outras palavras, é mais ou menos como um cara ter tesão por uma garota por ela ter cheiro de hamburguer! É o tipo de paixão platônica que eu tenho por pizzas e lasanhas.


4 - os vampiros não morrem em contato com a luz solar, mas a natureza sobrenatural deles é exposta à luz do dia, pois eles brilham como se estivessem cobertos de purpurina dourada. Dá pra acreditar?!?!?!?!? AI, MEU SACÃO!!!!

Enfim, a mensagem parece ser: "jovens, sejam caretas. Façam seus pais parecerem cool. Não sejam amalucados e rebeldes como seus avós foram". Meu Deus, COITADOS dos adolescentes de hoje em dia!


Mas o pior de tudo é o final do filme. Antes de ser raptada pelo vampiro loucão e malvado, Bella tinha saído da casa do pai mentindo que "teria brigado" com Cullen. Depois da derrota do vampiro malvadinho, a família reencontra Bella toda arrebentada no hospital, já que ela tomou um belo cacete do inimigo. Então Edward (aquele que era pra estar "brigando" com a garota, segundo ela própria mentiu para o pai) conta para a família dela que a moça caiu de uma escada, rolou e atravessou uma janela! Hahahaha, sério, eu JURO! Porra, qualquer pai do mundo perceberia na hora que era mentira e voaria no pescoço do rapaz, achando que o cara tinha dado uma sova na filha. Mas nããããão, a família de Bella achou absolutamente NORMAL que o rapaz grande e esquisito (e que estaria brigando com a garota) tenha ligado pra eles dizendo que a guria está no hospital, toda arrebentada de apanhar, porque "rolou da escada". Esse filme é mesmo um no brainer!

Não li o livro (e nem vou), mas acredito na opinião corrente da crítica de que, por bobo que seja o livro, esse filme não lhe fez jus. É preferível crer nessa tese do que imaginar que um filme tão aborrecido possa ser a perfeita tradução para o cinema de um fenômeno da cultura pop contemporânea.



Opiniões de nossos especialistas sobre o filme "Crepúsculo":




"Achei gay demais ..."







"Esse filme me dá nos nervos!"







"CRUZES, que filme ruim! É pior do que tomar um porre de água benta!"







"Não vi e nem vou ver!"







"Eu gos-teeeei ....."

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Filmes Ruins: UMA CHAMADA PERDIDA (One Missed Call)

Jovens recebem ligações misteriosas no celular e em seguida começam a ter alucinações e sofrer mortes horrendas. Uma garota mais espertinha (com a ajuda de um policial daqueles que acreditam até em Papai Noel) resolve investigar a razão destas mortes, e acaba desvendando uma trama sobrenatural de tragédia e morte! Ui!

Sim, é MAIS UM filme de fantasma-estilo-japonês pegando carona no sucesso já ultrapassado de O Chamado!

Está tudo lá: a simbologia mórbida que alimenta enigmas vagabundos, a criança-fantasma assassina e vingativa, os cagaços baratos, etc.


O filme até que é razoavelmente bem dirigido, mas a história é ordinária demais e o final é um verdadeiro constrangimento. Não é qualquer filme que consegue a proeza de ter uma qualificação de 0% (sim, ZERO por cento) no Rotten Tomatoes - que agrega 71 reviews do filme!

O Chamado 2 é ruim, O Grito é ruim (não tive saco de ver O Grito 2), mas Uma Chamada Perdida talvez seja o fundo do poço no gênero "Clones de O Chamado".

Em resumo: mais do que um filme de horror, Uma Chamada Perdida é UM HORROR DE FILME!

Ah, e o cartaz do filme - legal e encagaçante - não tem praticamente nada a ver com a história. Que LEGAL, né?!?

"Eu achei esse filme um CU!"

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

MONEY FOR NOTHING AO VIVO EM VERSÃO "MEU DEUS, CAGUEI NAS CALÇAS"!

Confira o vídeo abaixo para ver a "modesta apresentação" de Mark Knopfler (ex-Dire Straits) tocando a clássica Money for Nothing ao vivo, acompanhado de ERIC CLAPTON na guitarra, STING nos backings e PHILL COLLINS na bateria.

Mas atenção: certifique-se de que você dispõe de um segundo par de cuecas nas proximidades!


I WANT MY, I WANT MY, I WANT MY M-T-V!!!!!


LADY GAGA VERSÃO METAL

Eu sempre curto quando fazem boas versões punk/heavy metal de músicas pop. O Youtube está cheio de iniciativas do tipo coverizando hits da Lady Gaga, mas a maioria é ruinzinha. Mesmo assim, depois de cavocar um pouco, achei alguns legais ...